Rastrear Cliques no Link da Bio Instagram | ContentsPilot
Aprenda a rastrear cliques no link da bio do Instagram: Insights, UTM, GA4 e os números semanais que mostram se a rede traz clientes de fato. Comece grátis.
Aprenda um roteiro para Reels Instagram com hook, corpo e CTA em segundos, exemplos copy-paste e erros comuns. Monte o próximo vídeo no Contents Pilot.
O Reel começa bem. A primeira frase prende. Aí, no segundo 8, a pessoa já está em outro vídeo — e você nem chegou na dica. Improvisar na câmera ou escrever só o gancho deixa o meio vazio: repetição, contexto demais, CTA colado no último frame.
A conta disso não é “falta de carisma”. O Instagram lê retenção. Quem sai no terço do meio ensina o sistema a não distribuir o próximo vídeo. Sem um roteiro para Reels Instagram com tempos, o que você grava vira um gancho órfão.
Este guia trata da fala completa: hook, corpo e CTA em segundos, com exemplos copy-paste e os erros que perdem o espectador no final. Não é como criar o hook dos três primeiros segundos, nem capa de Reels, nem hashtags. É o que você diz, beat a beat, até o último segundo.
Um roteiro para Reels Instagram é uma partitura falada. Ele marca o que sai da boca (ou da narração), o que aparece na tela e em que segundo a pessoa precisa ainda estar ali. Cabe num bloco de notas. Não precisa de storyboard hollywoodiano.
Ele não substitui:
Três linhas no papel já contam como roteiro:
Se a linha 2 não existe, você tem um gancho com um pedido. Isso cansa. Se a linha 3 não existe, o vídeo some no “legal” e ninguém faz nada.
A Central de Ajuda do Instagram sobre criar um Reel descreve o formato (vertical, edição no app, texto na tela). O roteiro é o que você leva para essa tela, não o botão de gravar.
Pense em três quartos, não em “falar até cansar”. O relógio muda com a duração, a lógica não muda.
Duração | Hook | Corpo | CTA |
|---|---|---|---|
15 segundos | 0–3s | 3–12s (uma ideia) | 12–15s |
30 segundos | 0–3s | 3–25s (ideia + prova) | 25–30s |
45–60 segundos | 0–4s | 4–50s (três beats) | últimos 4–6s |
Hook. Uma cena ou uma afirmação que a pessoa reconhece. “Essa segunda o forno atrasou de novo” vale mais que “hoje vou falar de gestão de tempo”. O guia de práticas de Reels da Meta para empresas pede atenção cedo e vídeo fácil de acompanhar — sem números milagrosos, só o óbvio: se o começo é lento, o resto não existe.
Corpo. Uma promessa cumprida. Se o hook foi “o bolo racha no forno”, o corpo é o porquê e o que fazer. Não abra um segundo tema. Não conte a história da padaria desde 1998. Três frases curtas vencem um parágrafo.
CTA. Um verbo, um destino. “Comenta FORNO”, “salva para a próxima fornada”, “o cardápio está no link da bio”. Dois CTAs no mesmo segundo brigam. A pessoa não escolhe: ela sai.
Marque no papel o segundo em que cada bloco começa. Se você não consegue apontar o segundo 12 num Reel de 15s, o corpo comeu o fecho — ou o hook comeu o corpo.
Troque o nome, o produto e a cidade. Não troque a ossatura.
Tela: mãos cortando um bolo que racha no meio. Texto: “parou de rachar”.
Uso: dona de loja que não quer aparecer o vídeo inteiro. Mãos + voz já bastam.
Tela: captura de uma planilha com uma célula vermelha, depois o rosto.
Uso: autoridade sem virar influenciadora. A cena é a call, não a dica genérica de “organize seus impostos”.
Tela: quadro branco com três colunas: hook / corpo / CTA. Sem logo de cliente.
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Uso: agência que precisa de processo, não de “inspiração na hora da filmagem”.
Grave os três com o celular na horizontal de apoio, cronômetro visível, texto na tela só das palavras-chave (racha, XML, três colunas). O resto é fala.
Duração não é vaidade. É capacidade de uma ideia.
15s quando a regra cabe numa frase e uma ação. “Fecha o forno.” “Não manda XML no grupo.” Se você precisa de “primeiro… segundo… terceiro…”, já passou de 15.
30s quando há uma prova. A consultora mostra a célula. A loja mostra o bolo antes e depois. A agência mostra o quadro. Prova sem relógio vira aula.
45–60s quando há três beats no corpo: problema, mecanismo, exemplo. Passou de um minuto, pergunte se não é carrossel. Um carrossel de perguntas da consulta segura melhor uma lista; o Reel segura uma cena.
Regras de ritmo, independente do relógio:
Não invente “o algoritmo prefere 7,3 segundos”. Prefira o tamanho em que você consegue apontar hook, corpo e CTA no papel.
O terço final é onde o roteiro costuma falhar — não o gancho.
1. Hook sem corpo. “Ninguém te ensinou isso” + 12 segundos de enrolação. A pessoa espera a revelação. Se a revelação é “poste com consistência”, ela já foi embora.
2. Corpo que muda de assunto. Começou no bolo, terminou em “siga para mais dicas de empreendedorismo”. Dois temas = dois vídeos. No segundo tema, a retenção cai e o CTA nem aparece.
3. CTA escondido no último frame. Um adesivo de “link na bio” sem fala. Quem assiste no silêncio talvez leia. Quem assiste com áudio espera a frase. Fale o verbo. Escreva o verbo. Um só.
4. Desculpa de 8 segundos. “Oi gente, eu sou a Ana, essa é a minha confeitaria em Recife, antes de mais nada quero agradecer…” O Instagram já testou se a pessoa fica. Você gastou o hook em apresentação.
5. Lista de cinco passos num Reel de 15s. Os passos 4 e 5 caem fora do quadro. Três passos pedem 30s. Cinco passos pedem carrossel.
6. CTA duplo. “Comenta, salva, compartilha e clica no link.” A pessoa não faz quatro coisas. Escolha o que você vai contar na semana: comentário (pergunta), salvamento (consulta depois), clique (oferta pronta).
7. Roteiro lido como teleprompter de palco. Frases de 30 palavras. Na rua, ninguém fala assim. Corte no ponto. Grave de pé. Se a frase não cabe numa expiração, ela não cabe no Reel.
Nenhum desses erros se resolve com hashtag nova. Hashtag distribui. Roteiro segura. São trabalhos diferentes.
Improviso todo dia cansa. Cinco roteiros iguais com substantivo trocado também. O meio-termo é uma grade, não um gerador solto.
Na segunda, abra as conversas da semana: WhatsApp da loja, call da consultoria, briefing do cliente. Cada reclamação vira um hook. Cada solução que você já deu vira corpo. O CTA segue o que você consegue entregar — checklist, cardápio, DM.
Três papéis, três ritmos:
O Contents Pilot entra no rascunho das peças que acompanham o vídeo — carrossel-resumo, capa, legenda, identidade visual — a partir do mesmo briefing. Você cola as três linhas do roteiro no briefing, gera o estático, revisa o tom e agenda o que for feed. A ferramenta não publica o Reel sozinha e não substitui a sua voz no áudio.
Se o texto gerado vier “redondinho demais”, volte à cena. “O bolo racha quando você abre o forno no meio” vence “otimize o processo térmico da sua operação”. O roteiro precisa da gíria da loja, do XML do cliente, do quadro da agência. A IA acelera o pacote visual. A fala continua sua.
Não peça ranking de likes para um roteiro. Peça se as pessoas ficaram.
No perfil profissional, abra o Painel profissional e os Insights da conta. No Reel, procure reproduções, tempo médio de visualização e interação (comentário, salvamento, compartilhamento). O Instagram não entrega um “mapa de abandono segundo a segundo” igual a um editor de YouTube em todo painel — então use o que existe:
Uma revisão semanal cabe numa linha por vídeo: duração, tempo médio, se o CTA foi falado, qual coluna da grade (hook/corpo/CTA) você mexeria. Cruzar isso com as métricas que realmente importam no restante do perfil evita otimizar Reel como se fosse post estático.
Quando o mesmo miolo funcionar duas vezes, não jogue fora. Vire o carrossel da quinta e o Stories da sexta com a mesma regra. O roteiro é a pauta. Os formatos depois são recortes.
Quer transformar as três linhas do papel em capa, carrossel e legenda com a cara da marca — e ainda revisar o tom antes de gravar? Abra o Contents Pilot e gere o pacote do próximo Reel hoje. Você fala no áudio. A ferramenta não publica sozinha.
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